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Lorpa quase-erudito

Escaninho quase tão oco como um ovo que não chocou.

Escaninho quase tão oco como um ovo que não chocou.

Correr riscos

Certo. É um "filme".

Certo. A vida real não é bem assim. Talvez.

 

 

Mas correr riscos é isto:

 

"Pegar numa escova de dentes, na blusa preferida, nas poupanças e... seguir caminho. Porque se não o fizermos agora, podemos nunca mais vir a fazê-lo".

 

 

Atentem no vídeo e na extraordinária letra desta música dos Lumineers.

 

 

E nunca é de mais relembrar: arrisquem. Corram riscos, caramba! Durmam no chão de vez em quando...

Para Onde Vão os Guarda-Chuvas

Terminei esta leitura no Domingo. Passaram 3 dias em que, também pela falta de tempo, me recusei a escrever sobre o que me causou. Quando o fizesse, disse para mim que teria de ser algo em condições, pensado. O livro merece-o.

Adianto desde já que foi uma das minhas leituras preferidas. De sempre.

 

O livro está carregado de pormenores criativos, desde a numeração dos capítulos em árabe (palavra de honra que consigo identificar os 10 algarismos e que vai acontecer o mesmo convosco), passando por imagens e desenhos, até mudanças no tipo de letra usada ou no seu tamanho.

Já nem vou falar no pormenor de como as falas de uma das personagens são apresentadas. Quando lerem o livro vão perceber do que falo.

 

Primo, escuta, estás a ouvir?, tenho muito medo da felicidade. Traz sempre consigo um sofrimento muito maior do que ela própria, é como os burros dos pobres, que carregam uma carga muito superior à que podem suportar. É isto a nossa vida, o burro dos pobres.

 

É a minha segunda experiência com Afonso Cruz e, meus amigos!, o homem transborda talento. 

Quando quiserem "esbardalhar-se" contra um monte de metáforas bem conseguidas, ensinamentos, criatividade literária (and beyond!), imaginação com tendência genial, reflexões, etc. etc., então comprem, requisitem ou peçam emprestado este livro. O que interessa é que leiam, pois vale muito a pena.

 

No final, a pergunta que vos deixo é uma das que a história faz: Para onde vão as nossas memórias, a nossa infância? Para onde vão os nossos guarda-chuvas?

 

guarda-chuvas

 (Imagem retirada daqui)

Fomento se eu quiser! #8

E eis que, ao oitavo post, ele descansou. Assim foram construídos os fomentos: toda a sua primeira temporada. No oitavo dia, ele já havia determinado a existência de uma nova temporada algures no futuro. Então abençoou esse dia, pois fartou-se de descansar depois de tanto fomentar.

 

Quando tive a ideia desta rubrica semanal tinha a certeza de duas coisas apenas: de como iria começar e de como terminaria.

Iniciei com uma Tabacaria, naquele que é para mim o poema mais genial de todos os tempos. Termino com um Aniversário. Um "aniversário" do mais triste que pode haver.

 

E não, o meu objectivo não é fazer-vos começar mal a semana. Pelo contrário. Desejo somente que quem não conhece esta obra-mestra, possa apreciá-la. Cada um fará depois o que quiser a esta meia dúzia de estrofes, mas disto eu não duvido: as vossas memórias irão mexer-se. É quase magia.

 

Boa semana, gente! 

 

memories

Fomento se eu quiser! #7

O fomento desta semana chega, propositadamente, à Terça. E porquê? Porque há dias, um pacote de açucar me informou de que hoje, 31 de Maio, é o Dia dos Irmãos.

Como tal, não poderia fomentar outra coisa a não ser este...

 

warrior

 

É complicado escrever sobre o Warrior. Vi e revi. E tenho a certeza que quem viu (sobretudo quem tem irmãos) não ficou indiferente. Nem lá perto!

Espero que não continue tão desconhecido como na altura em que saiu. É daquelas obras de arte cinematográficas que estará sempre no meu top 5 de sugestões.

 

Para finalizar, não vos deixo o trailer mas sim uma dica: não deixem de ver por achar que é um filme de boxe, porque esse desporto é apenas o veículo da história. A história, essa, credo... Vejam o filme!

 

Bom dia aos irmãos e também aos filhos únicos. Cuidem-se!

 

Fomento se eu quiser! #6

Então e que tal? Vamos lá a mais uma semana e a novo fomento.

Creio que este dispensa apresentações porque já toda a gente deve, pelo menos, ter ouvido falar.

Sem mais demoras...

 

homem cao

 

Esta rubrica do Nuno Markl nasceu em 97 e regressou cheia de força em 2013, depois de uma paragem que durou anos.

Para o caso de alguém não saber do que trata, basta pensar no título. Representa estranheza, bizarria. É de esperar ser "o cão a morder o homem" e não o inverso. É principalmente em torno da bizarria desse mundo fora que a rubrica segue o seu caminho, pegando em notícias caricatas e em situações, por vezes, surreais.

 

Mesmo para quem não estiver a conduzir (ou a ouvir rádio noutro local) por volta das 9h50, dá sempre para ouvir os podcasts no site da Comercial ou ver os vídeos no YouTube noutra ocasião.  

Deixo-vos com uma edição de há uns meses, só porque esta se passou no nosso Portugal:

 

 

Boa semana, gente!

 

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O gajo

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