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Lorpa

Lorpa

Fomento se eu quiser!

Antes de qualquer avanço, espero que estejam a ter um início de semana pacífico.

Como as segundas hão de ser sempre aquele dia menos apreciado pela população em geral, decidi criar uma rubrica semanal a publicar nesse pobre dia.

- E em que consistirá? - perguntam ávidos os caros leitores.

Nada de especial, desiludo-vos eu.

Também ainda não descobri nenhuma panaceia secreta para a maleita dos inícios da semana, lamento. Talvez porque até simpatizo com eles.

Adiante, a rubrica "Fomento se eu quiser!" será para falar de algo que eu gosto, ou faço, ou valorizo... Algo que me marcou ou marca, já perceberam a ideia com certeza.

Sendo esta a primeira semana, quero falar daquele que, para mim, é o melhor poema alguma vez escrito na Língua Portuguesa. Trago-o por um motivo simples. Estão a ver quando conhecem alguém, se aproximam dessa pessoa, começam a gostar realmente dela e, eventualmente, se apercebem que estão apaixonados? Quando damos conta da paixão, esquecemos que talvez tenha havido um gesto particular, um sorriso convergente, um leque de palavras perfeitas; esquecemos que talvez tenha havido um momento exacto que começou a levar o nosso pensar àquela pessoa.

Tudo isto para dizer que recordo bem o meu aha moment em relação às Letras e ao seu universo em geral: Tabacaria, de Álvaro de Campos. Podem lê-lo ou relê-lo aqui. Tentar descrevê-lo seria uma ofensa ao poema.

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