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Lorpa

Lorpa

Vamos fazer um jogo

Baseado numa certa notícia, de uma certa página.

 

O título da mesma: "Os 7 medos mais comuns e como perdê-los de vez".

A minha pergunta: Quais acham que são dois desses medos?

 

A. Morte e alturas

B. Escuro e morte 

C. Alturas e palhaços

D. Insectos e escuro

 

Mandem o vosso bitaite enquanto apreciam a imagem. A resposta vem logo depois.

 

highs

 

Pelos vistos, "medos" de uma só palavra é coisa do passado, a moda agora passa por uma descrição complexa da fobia. Portanto, se responderam a alínea B, poderiam perfeitamente estar certos mas... A resposta afinal passa mais por "Medo de ter sempre problemas com o dinheiro" ou "Medo de nunca conseguir perder peso" ou "Medo de ter feito uma má escolha na vida".

 

E são estes alguns dos medos mais comuns. Supostamente.

O que não era suposto, julgo eu, é a comédia involuntária do texto, porque é mais cómico que outra coisa. Ou então está-me aqui a falhar alguma coisa no sistema e sou só mesmo eu a pensar assim. 

De qualquer das maneiras, descobri que tenho um medo novo:

 

Medo de continuar a ser tão parvo ao ponto de abrir notícias destas 

O tempo que escapa em 10 restaurantes insólitos

O tempo tem-se-me escapado por estas manápulas de aranhiço. Eu bem que lhe peço para acalmar a cavalgada, mas já dei conta que não adianta, só acabo a perder mais tempo com isso. Hum... curioso. A boa notícia é que com certeza não estarei sozinho. Escapa a todos, são coisas que acontecem e já o outro dizia que "é a vida".

 

Tenho rascunhos a processar, ideias em fila de espera como se estivessem para queimar velas no 13 de Outubro, notas no telemóvel, enfim, todo um conjunto de materiais de construção à espera de algum operário gentil disposto a receber pouco e a trabalhar que nem um descendente da máquina de movimento perpétuo do Da Vinci. Quase ficava sem ar com esta última frase!

Pensando melhor, talvez disposto a não receber nada vá, que isto está difícil: ser "Tuga" é queixar-se de tudo, não é? Quero ser tuga durante uns minutos. Depois volto a ser Português, ou pelo menos a tentar sê-lo.

 

E bem, como eu sou um porreiro e não vos quero deixar sem nada, tomem lá um curto vídeo para vos abrir (literalmente) o apetite para o fim de semana. Vale a pena tomar nota:

 

 

Bom fim de semana, gente. Cuidem-se!

Fui à festa de despedida do Labyad

Fenómeno, viral ou evento do ano são alguns dos comentários a correr por essa internet fora. Também o SAPO fez já referência ao evento, através desta notícia na secção desportiva.

Labyad rescindiu contrato com o Sporting na semana passada, depois de muito tempo fora das escolhas de Jorge Jesus. Tendo sido notícia no passado também pelas suas saídas nocturnas, a página do Facebook Um azar do Kralj (conhecida pelo seu humor futebolístico) criou um evento público para a despedida do jogador, numa conhecida discoteca lisboeta.

 

Da brincadeira de confirmar presença, demonstrar interesse ou partilhar com os amigos, começaram a surgir inúmeros posts de todos os participantes, pegando sobretudo em hipotéticos convidados famosos. Tudo isto em jeito de humor, do mais leve ao mais pesado, do mais inofensivo ao mais negro. E a verdade é que esses posts tomaram proporções inimagináveis, com milhares de gostos, comentários e partilhas. No momento em que escrevo este texto, existem mais de 50 mil presenças confirmadas na festa e um número semelhante de postagens na página do evento.

 

Havendo humor para todos os gostos "níveis de sensibilidade", quero só deixar o meu aplauso a iniciativas como esta. Claro que aquando da criação do evento, duvido que os administradores da página imaginassem as proporções que se iriam atingir, e é isso mesmo que torna a situação tão engraçada: um simples evento de confirmação presencial que se transformou num aglomerado de piadas, gargalhadas, humor e, principalmente, criatividade. A prova de que há muito bom humor amador em Portugal e gente cheia de capacidade criativa.

 

É caso para dizer que Zakaria Labyad será recordado em Portugal pela sua "festa de despedida", e não pelo futebol que (não) nos mostrou. Obrigado internet, é de mais momentos como este que Portugal precisa.

 

festa labyad

 

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